terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Mensagem para 2009





Les deseamos a todas las buenas personas que conocemos, que el próximo año tengan toda la fuerza y den lo mejor de sí mismos, sin importarles que les recompensen sus esfuerzos para trabajar por un mundo mejor, en el que la paz sea posible, con justicia y equidad, y en el que sobrevivan las utopías, aunque parezcan (y sean) imposibles. Porque trabajar para construir un mundo mejor es la felicidad más posible.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Criação do Grupo de Estudos e Pesquisas "Práticas de Justiça e Diversidade Cultural" - UnB


Estou escrevendo para convidá-los a participar do Grupo de Estudos e Pesquisas "Práticas de Justiça e Diversidade Cultural", que desejo organizar, no âmbito do Departamento de Antropologia da UnB, para atuar em 2009 e reunir interessados em discutir textos e realizar pesquisas que tenham as temáticas da justiça, política, direitos e cultura como objeto de estudo. A idéia é propiciar um espaço de trocas de diversos âmbitos, seja possibilitando a leitura e debate de idéias sobre textos, seja discutindo projetos de pesquisa e/ou apresentando e discutindo pesquisas já realizadas por membros do grupo ou outros pesquisadores.
Neste primeiro encontro, a ser realizado no dia 14/01/2009, às 14:30h, na minha sala no Departamento de Antropologia da UnB, pretendo explicitar minhas idéias sobre o grupo, assim como ouvir os presentes sobre suas expectativas. Depois, podemos fechar um pequeno calendário de encontros, com idéias de temáticas a serem discutidas. O interesse é abranger ao máximo as expectativas dos participantes, como a experiência do "Núcleo de Antropologia e Cidadania" da UFRGS mostrou ser produtiva. Participo do NACI/UFRGS desde meu doutorado em Antropologia e, portanto, posso falar com certeza que é um elemento importante para minha formação profissional até hoje.
Apenas para conhecimento, estou colocando abaixo as três linhas de pesquisa que desenvolvo, para que possam ter uma noção maior de meus interesses de trabalho. Saliento, porém, que não precisamos ficar presos a esses focos temáticos; meu desejo é que possamos criar um espaço de oxigenação de estudos e pesquisas, que articule múltiplos interesses, na interface da antropologia com as discussões sobre justiça, política, direitos e diversidade cultural.
- Implementação de Direitos e Gestão da Vida: O idioma dos “direitos” e a luta por “justiça” são hoje espaços de mobilizações diversas, articulando tanto dinâmicas de luta política, quanto novos processos de regulação social. Na medida em que tais elementos são importantes domínios em que as formas da vida individual e coletiva são problematizadas, tornam-se objetos inspiradores para análise antropológica. Desde uma perspectiva etnográfica, visa-se investigar processos de constituição de novos sujeitos de direitos e seus atributos formadores, assim como as práticas, usos e significados da interseção entre projetos de implementação de direitos, novas tecnologias de gestão da vida e sensibilidades jurídicas particulares.

- Antropologia e Direitos Humanos: Essa linha de pesquisa investiga as práticas, usos e significados de projetos de implementação dos direitos humanos como idioma de luta política, assim como os sentidos associados tanto a diversas noções nativas, quanto a variadas despossessões de certos atributos que tornam possíveis a configuração ou não de pleitos específicos como de “direitos humanos”. Visa-se também discutir problemas éticos referentes ao estudo de tal tema, contribuindo para um repensar da própria prática antropológica.

- Políticas Públicas e Formas de Governo: Visa-se compreender a formação de tecnologias específicas (que envolvem poderes, saberes e éticas) no conjunto de administração e do governo de populações constituídas como usuárias de políticas públicas, assim seus possíveis efeitos na configuração de sensibilidades e subjetividades particulares.
Enfim, como já mencionei, o primeiro encontro será realizado no dia 14/01/2009, quarta feira, às 14:30h, em minha sala, no Departamento de Antropologia. Dependendo do número de pessoas, vamos a outro lugar.
Por fim, desejo a todos um ótimo final de 2008 e um 2009 cheio de novas descobertas.
Patrice Schuch.

A Invenção da Exploração Infantil

Patrice Schuch

Atualmente, uma das grandes questões da nossa sociedade é o problema da exploração infantil. Descrito em reportagens de jornais, tema de programas de televisão, preocupação de religiosos e filantropos, objeto de financiamento de instituições de desenvolvimento, foco de políticas públicas e de assistência social, matéria de leis nacionais e internacionais, tópico de dissertações e teses científicas, em todas essas formas o assunto é debatido, nomeado e constituído. A exploração infantil é, desta forma, inventada e reinventada. Mas o que significa dizer que a noção de “exploração infantil” foi inventada?
Antes de tudo, implica em rejeitar a idéia de que ela não existe ou nunca existiu. Certamente, crianças exploradas não são novidades históricas; o que é relativamente novo é a própria noção de “exploração infantil”. Para que exista tal como a conhecemos foi necessária a constituição de uma sensibilidade especial hegemônica em relação à infância, que só se consolidou plenamente a partir da modernidade e, mais diretamente, incidiu sobre as famílias burguesas: a noção de infância como uma fase de inocência, educação e aprendizado para a vida adulta. Essa idéia tem como corolário a distinção entre o mundo das crianças e o mundo dos adultos: a infância passou a ter, especificamente a partir do século XVIII, uma particularidade a ser conhecida, diagnosticada, fomentada e resguardada. A peculiaridade da noção de infância e os significados que passa a ensejar articulam um conjunto de ações e preocupações de promoção e proteção que entrecruzam anseios de emancipação e regulação. Daí o perigo de sua “exploração”: explorar a infância é contrariar sua inocência, colocando em risco todo um conjunto de sentidos elaborados acerca do processo de aprendizado para a vida adulta, no qual os vetores do afeto, cuidado e sustento se dão no sentido ideal dos adultos/pais para as crianças/filhos.
Dizer que a noção de “exploração infantil” foi inventada é salientar que este problema foi modelado por instâncias diversas: leis, políticas públicas, pesquisas acadêmicas, mídia, senso comum, sensibilidades de classe e outros elementos. O conjunto desses ingredientes configurou algumas formas de maior visibilidade do tema que são estreitamente relacionadas aos significados hegemônicos de ingenuidade, inocência e desenvolvimento, associados à infância. Não por acaso, os maiores riscos de “exploração infantil” se concentram em práticas que subvertem o significado da infância: seja elevando crianças à condição de participantes ativos de seu próprio sustento ou do mantimento de seu núcleo familiar, como é o caso do “trabalho infantil”, seja tornando-os ativos sexualmente, como no caso do “abuso infantil”.
No caso do “trabalho infantil”, o tema vem sendo objeto de debates nacionais e internacionais. Sendo impossível descobrir sua origem – pois isso significaria adentrar em concepções específicas do que seja trabalho e infância em contextos muito diversos – cabe destacar que as regulações em torno de sua existência efetivaram-se a partir do século XIX. No Brasil, a primeira legislação de regulamentação do trabalho infantil foi o Decreto Lei 1313 de 1891. Atualmente, o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990) delimita a idade mínima de 16 anos para o trabalho, salvo na condição de aprendiz, cuja idade mínima é 14 anos. Internacionalmente, desde 1919 a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lança orientações e programas para eliminação do trabalho infantil. Junto com a OIT, o Brasil desenvolve, desde 1992, o Programa Internacional para Erradicação do Trabalho Infantil (IPEC), que tem diminuído os índices do trabalho infantil. No entanto, ainda existem 5 milhões de crianças classificadas como trabalhadoras, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2001.
O descompasso entre os investimentos históricos na sua regulação e a permanência do trabalho infantil sugere a necessidade de incluir os recortes de classe, gênero, etnia e nacionalidade no debate sobre o trabalho de crianças, para além de uma definição hegemônica de infância universal. Ser criança não é apenas estar situado em uma determinada faixa etária, mas sim viver em um mundo com determinadas condições políticas, sociais e culturais. Tais condições recortam a experiência etária e produzem não apenas diferentes sentidos sobre infância e trabalho, mas visões específicas sobre o que seja exploração e quais as práticas ilegítimas para a infância. O perigo de uma abordagem que descontextualize determinadas práticas e seus sentidos dos seus contextos de produção é o de reduzir as próprias alternativas para o combate dos problemas, procurando culpados ao invés de soluções.
A análise de um pesquisador americano chamado Ian Hacking sobre o “abuso infantil” pode ser reveladora. Hacking afirma que a noção de “abuso infantil” é, nos Estados Unidos de hoje, uma preocupação que coloca em risco toda a sociedade. Tal idéia foi construída eminentemente por pediatras, por volta dos anos 1960, reconfigurando a noção de “crueldade contra crianças”, existente no discurso público desde 1874. Enquanto o conceito de “crueldade contra crianças” era definido como um problema da sociedade, em geral associado as famílias populares – as quais pensava-se ser necessário auxiliar – a imagem do “abuso infantil” associa o abuso a uma doença, que deve ser tratada individualmente. O interesse de Hacking, ao contrastar essas duas noções, é trazer à tona a relação entre a formulação de problemas e os contextos de sua produção: por que, exatamente quando a pobreza se intensifica e os programas de bem estar social desaparecem, a atenção se dirige para o “abuso infantil”? Suas inquietações podem ser frutíferas para pensarmos a “invenção” da “exploração infantil” no Brasil. Sobretudo, pode dar pistas inteligentes acerca de maneiras mais eficazes de abordá-la, com todos os seus dilemas e paradoxos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O Brasil e os Festejos da Declaração Universal dos Direitos do Homem

Folha de São Paulo, 07/12/2008
Por: Manuela Carneiro da Cunha e Paulo Sérgio Pinheiro

NO DIA 10/12, celebram-se os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Coincidência? No mesmo dia, haverá um julgamento no Supremo Tribunal Federal que poderá reverter os direitos dos índios brasileiros. E há outros aniversários significativos em jogo: os 20 anos de uma Constituição Federal que se quis mais fraterna e os 20 anos do assassinato de Chico Mendes, que mostrou a contribuição que as populações tradicionais podiam trazer a problemas ecológicos.
Em pauta está uma contestação por senadores e pelo Estado de Roraima da decisão do Executivo de homologar a demarcação contínua da uma área de Roraima habitada por cerca de 19 mil índios. Em jogo está não só essa área, mas um possível precedente que poderia permitir o esfacelamento de demarcações estabelecidas.
Os argumentos jurídicos pesam inequivocamente a favor de uma demarcação contínua. Um parecer circunstanciado do eminente constitucionalista José Afonso da Silva o confirma. Lembra ele a posição de João Mendes Jr., que demonstrou serem os direitos indígenas à terra anteriores a qualquer outro direito. Daí serem tais direitos dos índios descritos como originários no artigo 231 da Constituição Federal. Também ressalta ele que a continuidade das terras indígenas é condição necessária para que se cumpra o disposto nesse mesmo artigo, a saber, a possibilidade de os indígenas se reproduzirem não só física mas também culturalmente.
É o próprio atual presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, quem transcreveu, antes mesmo de 1988, o seguinte texto, em apoio à tese da continuidade do Parque Nacional do Xingu e contra o Estado de Mato Grosso: "Essa conformidade cultural das populações xinguanas impõe um modo particular de observar seus problemas: a necessidade de encará-los em seu conjunto.
Fracionar a região que hoje ocupam coletivamente em territórios particulares, isolados por faixas que seriam ocupadas mais tarde por estranhos, seria destruir uma das bases do sistema adaptativo daqueles índios e condená-los ao aniquilamento". O problema, se o há, não é, portanto, jurídico, mas político -ou melhor, de ganância.
Considerações extemporâneas foram introduzidas no debate, viciando-o. Argumentou-se, assim, que "é muita terra para poucos índios". Ora, a densidade da população rural não indígena de Roraima é inferior à densidade na Raposa/Serra do Sol. Disse-se que o fato de terras indígenas ocuparem 46% do Estado de Roraima inviabilizava o "progresso".
Ora, os mais de 120 mil km2 restantes, como lembra Washington Novaes, são mais terras do que as do Estado de Pernambuco (98,3 km2), onde vivem 8,4 milhões de pessoas, 21 vezes a população total de Roraima.
Alardeou-se que os índios na fronteira seriam uma ameaça à soberania do Brasil, esquecendo-se propositalmente de pelo menos duas coisas fundamentais: primeiro, que sua presença nessas fronteiras foi política colonial e suas relações amistosas com Portugal permitiram ao Brasil ganhar em 1904 um pedaço significativo de território, aquele mesmo que lhes é hoje contestado; segundo, que terras indígenas -em contraste com as grandes extensões privadas nas fronteiras- não são propriedade dos índios, mas da União.
Argumentou-se que a magnitude das áreas indígenas em Roraima impediria o progresso do Estado, como se os índios fossem intrusos e já não estivessem lá antes de Roraima ser elevada a Estado. Argumento no mínimo paradoxal, pois a maioria dos políticos e dos rizicultores, cujos interesses foram esposados pelo Estado, não nasceram em Roraima.
Se esses e outros argumentos infundados puderam ser debatidos, talvez seja porque ainda perdura uma mentalidade que pensávamos definitivamente abolida, a que vê os índios como estrangeiros e os considera um obstáculo a um tipo de "desenvolvimento" que só se mede pelo PIB. O desenvolvimento sustentável que o Brasil hoje quer se baseia em outros valores: justiça, qualidade de vida, respeito ao meio ambiente e às gerações futuras. Em suma, direitos humanos. Para esse tipo de desenvolvimento, os índios são aliados, e não obstáculos.
Há três meses, apesar de uma batalha de desinformação na imprensa, o relator do processo da Raposa/Serra do Sol no STF, ministro Carlos Ayres Britto, soube dar um voto sereno e justo. Na próxima quarta-feira, saberemos se o Brasil pode realmente festejar os 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

MANUELA CARNEIRO DA CUNHA é professora de antropologia da Universidade de Chicago (EUA) e ex-presidente da Associação Brasileira de Antropologia.

PAULO SÉRGIO PINHEIRO , 64, é pesquisador associado do Núcleo de Estudos da Violência da USP e professor-adjunto de relações internacionais da Brown University, EUA. Foi secretário de Estado de Direitos Humanos no governo FHC.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Lançamento de Livro: Diversidade e Proteção Especial


Dta: 17/12/2008
Local: Art e Eventos
Endereço: Neuza Goulart Brizola, 21. Petrópolis, POA/RS

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

VIII Reunião de Antropologia do MercoSul - Buenos Aires, 29/09 até 02/10 de 2009

Convite para apresentação de propostas do GT:

Implementação de Direitos e Gestão da Vida

Coordenadores: Manuel Alberto de Jesús Moreira (CEDEAD, Argentina) e Patrice Schuch (UnB, Brasil)
Resumo: O idioma dos “direitos” e a luta por “justiça” são hoje espaços de mobilizações diversas, articulando tanto dinâmicas de luta política, quanto novos processos de regulação social. Na medida em que tais elementos são importantes domínios em que as formas da vida individual e coletiva são problematizadas, tornam-se objetos inspiradores para análise antropológica. Este GT propõe-se a discutir tal problemática, reunindo trabalhos que, desde uma perspectiva etnográfica, analisem processos de constituição de novos sujeitos de direitos e seus atributos formadores, assim como as práticas, usos e significados da interseção entre projetos de implementação de direitos, novas tecnologias de gestão da vida e sensibilidades jurídicas particulares. O estudo das lutas disciplinares pela apropriação de novos conceitos, dos conflitos cognitivos em situações de perícia antropológica e na prática de projetos de mudança legal, da difusão da retórica dos direitos humanos e dos seus embates de poder e sentido são focos de grande interesse deste Grupo de Trabalho.
Palavras-chave: direitos, reformas legais, sensibilidades jurídicas.


Instruções para Inscrição de Trabalho no GT:
La convocatoria para presentación de resúmenes se extiende hasta el 30 de Marzo de 2009.
Los resúmenes deberán ser enviados por correo electrónico a todos los coordinadores del GT (patrice.schuch@uol.com.br e moreira.arrechea@gmail.com), con copia a: gt_ram2009@unsam.edu.ar

y el Asunto/Subject DEBE RESPETAR TEXTUALMENTE EL SIGUIENTE FORMATO: GT [Número de GT] - RAM (p.e. "GT 8 - RAM")

Forma de presentación de los resúmenes: fuente Times New Roman 12, espaciado simple
Los resúmenes no deberán exceder las 300 palabras y deberán incluir: título de la ponencia, autores y pertenencias institucionales, 3 palabras clave

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Semana AI 5: : Nossa Memória não Esquece, isso Ainda Acontece!

RS:
08 a 12 de dezembro/2008
Na semana em que o momento mais brutal da ditadura militar brasileira completa 40 anos, com a decretação do Ato Institucional n°5 (AI-5) em 1968, convidamos a uma reflexão sobre o que representa para nós hoje em dia, brasileiros e latino-americanos, este triste período da nossa história. Essa é uma página virada, ou ainda sofremos as conseqüências da maneira como concluímos esse capítulo? Abordando com as mais diferentes linguagens, palestras, debates, vídeos, teatro, artes plásticas e ação de rua, queremos fazer este embate com nosso passado, mas também com nosso presente, para, quem sabe, termos outro futuro, com mais justiça, onde os exploradores, repressores e torturadores estejam, definitivamente, presos no seu devido lugar: o passado.
Programação:08/12-segunda-feira:Apresentação teatral: Canto da terra, do grupo Levanta FavelaMesa: Enrique Serra Padrós: Professor de história da UFRGS, Suzana Lisboa: militante dos direitos humanos de Porto Alegre, Bruno Lima Rocha: militante de rádio comunitária e cientista político.Exposição: Memória Em Preto e Branco, do artista-plástico Tharcus Aguilar.
Local: Território Cultural da Terreira da Tribo: João Alfredo, 709.Hora: 19h30min
09/12-terça-feira:Vídeo-debate: Com o filme Pra Frente Brasil, de Roberto Farias.Local: Território Cultural da Terreira da Tribo: João Alfredo, 709.Hora: 19h30min
10/12-quarta-feira:Vídeo-debate: Com os documentários: Y cuando sea grande e Operação Condor.
Local: Território Cultural da Terreira da Tribo: João Alfredo, 709.Hora: 19h30min
11/12-quinta-feira:Apresentação teatral: O Amargo Santo da Purificação, construção coletiva da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz.Ato de rua: AI-5: Nossa memória não esquece, isso ainda acontece!Local: Praça da AlfândegaHora: 12hVídeo-debate: Com o filme Chove Sobre Santiago de Helvio Soto
Local: Território Cultural da Terreira da Tribo: João Alfredo, 709.Hora: 19h30min
12/12-sexta-feira:Vídeo-debate: Com o filme Crônica de uma fuga, de Israel Adrián Caetano
Local: Território Cultural da Terreira da Tribo: João Alfredo, 709.Hora: 19h30min

Organização:ELAOPA (Encontro Latino Americano de Organizações Populares Autônomas) elaopa@bastardi.net